Então, deixamos de saber se amamos, ou apenas precisamos.
Amar é sentir que conseguimos fazer alguém sorrir, é darmos um pouco do que temos e podemos, e conseguir preencher o vazio que sentimos no outro.
Enxugar a lágrima duma criança, porque caiu, ou foi contrariada, é Amar. Satisfazer a fome a um sem abrigo, é Amar. Visitar um doente no hospital e deixar-lhe algumas palavras de ânimo e conforto é Amar.
Podemos Amar de muitas maneiras, sem que esse sentimento, que todos devemos nutrir pelos outros nos faça sofrer.
O que nos pode e faz sofrer, é a maldade humana.
A mesquinhez. A vingança. O desprezo. A inveja.
A mesquinhez. A vingança. O desprezo. A inveja.
Mas isso são sentimentos negativos, que mais fará sofrer quem os sente.
E há pessoas muito más. E são-no conscientemente e gratuitamente. Pelo simples prazer de infligir sofrimento. Doentes. Pobres doentes.
Mas tudo o que se semeia, se vem a colher um dia. Sejam tempestades, ou não....
O equilibrio cósmico está muito bem feito.Precisamos de amar o planeta. É URGENTE.
Precisamos de amarmo-nos uns aos outros. E darmos um pouco do que nos sobra a quem nada tem já.
E quando digo Amar, digo prestar mais atenção aos que nos rodeiam.
É através desse esquecimento de nós proprios, e de nos virarmos para os outros que está a solução.
HAJA BOM SENSO!
Mas o Homem continua ganancioso, invejoso, intolerante e ainda muito egoísta.
A transfromação deverá começar pela mentalidade, o que levará uma geração inteira para que isso aconteça.
Nós dependemos todos uns dos outros. E quando nos esquecemos disso e batemos com as portas, é mais dificil depois, fazer com que elas se voltem a abrir.Não fechemos portas. Não levantemos muros. Façamos antes pontes, que nos aproximem.
Não deixemos que seres humanos de outras etnias vivam à parte, à mercê da marginalização da sociedade.
Acredito que é preciso boa vontade, e é pela tolerãncia, mas também pela acção, que podemos mudar a sociedade em que vivemos.URGE QUE FAÇAMOS ALGO. Parem de falar e de se continuarem a etiquetar uns e outros, perdendo-se em discussões que a nada levam, senão à divisão.
Todos querem ganhar. Este ano, votos. Mas no fundo, dinheiro, posição, estatuto, motorista, mordomias...
E as crianças? Já se deram conta de que o futuro está nelas?
Todos querem mostrar que são melhores, maiores, os primeiros, os pioneiros.....
O Ego fala sempre mais alto. E os outros? Afinal aqueles que dependem e de quem há quatro anos dependeram para chegar onde estão?
Este ano vai ganhar a abstenção. E dentro de quatro anos se ainda restar um bocadinho de Portugal, a velha geração de politicos, acabará.Ficam os novos, a quem a vida lhes foi sempre demasiado fácil, para lutar seja pelo que fôr. Sem ideais...
Vão querer status, mordomias... E não foi isso que lhes ensinaram?
Se não houver Amor entre as pessoas, o Pão não chegará para todos.
É necessário que punhamos todos ao serviço de todos, aquilo que cada um sabe fazer melhor. CONSTRUIR.
Do AMOR em que pensamos sempre que essa palavra aparece, já
Poetas e escritores, e até mesmo cientistas esmiuçaram esse sentimento, necessidade biológica ou quimica.
Porque se diz que tem muitas formas.
E aparece e desaparece sem depender da nossa vontade.
Há o platónico, o romântico, o sexual, o dependente, o inconsciente, e etc.etc...
Confunde-se com a paixão, com a obsessão. É irracional.
Mas todas essas formas trazem sofrimento, precisamente por contrariarem a razão.
A Paixão é uma doença do foro psiquiátrico, e que tal como a chama dum fósforo apaga rápido.
Pelo menos, assim se deseja. E assim deve ser.
A obsessão é outro desvio do foro psiquiátrico.
Nem este AMOR nem a DEPENDENCIA que ao primeiro está associado são benéficos para a saude mental dum individuo.
Por isso sou apologista do AMOR UNIVERSAL, a que chamo AMIZADE.
Cada vez mais rara hoje em dia. Necessita de cuidados extremos para a sua manutenção.
Comparo-a a um BONSAI...
Quem conseguir manter um BONSAI vivo e em bom estado de saúde, poderá ter condições para ser um Bom amigo, ou para despertar em si ou nalguém aquilo que chamam de AMOR.


Sem comentários:
Enviar um comentário